Sexta-feira, 26 de Dezembro de 2008

HÁ TEMPO PARA TUDO DEBAIXO DO CÉU

Eclesiastes 3:1-11                                                Eclesiastes 3:1

 

                   De facto, há tempo para tudo. Deus deu-nos, mais uma vez, tempo de celebrarmos e reflectirmos sobre o Natal do Seu amado Filho Jesus.

 

                     Uns com mais riqueza, outros mais pobres; uns com mais alegria, outros com menos; uns mais dentro do espírito da mensagem de amor que Deus quer transmitir aos homens, outros vivendo um Natal de comida, bebida, folguedos, negócios, enfim, um Natal conforme o seu peso e medida.

 

                     Mas foi tempo de Natal. Celebrou-se e viveu-se o Natal do ano de  2008, com a pompa, tradição e costumes de cada um. Mas o que é que restou deste Natal?

 

                     Ficaram as migalhas, Mas, será que ao menos são significativas?

 

                     Hoje, dia 26 de Dezembro de 2008, vemos contentores cheios de  restos desperdiçados, quilos e quilos de caixas e papeis inutilizados, árvores de Natal desnudadas, semi-abandonadas, etc.. Parece que tudo acabou e nada restou!

 

                     Os homens já começaram hoje a sua faina de piratiar o próximo, os lupanares, com sua devassidão, já abriram as portas, os traficantes de drogas, órgãos humanos, influências, etc., já retomaram as suas actividades (se é que as pararam por alguns momentos), tudo já voltou à  normal impiedade e blasfémia, já terminaram as campanhas de aparente bem-fazer, etc., etc..

 

                      Do Natal, "nem pó", como se diz por aí. Nada ficou!

 

                     -- A paz combinada para o dia (ou quadra) foi desfeita e os canhões voltaram a

                         troar

              

                     -- A solidariedade (de campanha) parou, para dar lugar ao desprezo pelos mais

                        pobres e ao salve-se quem puder

 

                     -- A alegria das Boas Festas, das luzes coloridas, fugiu para dar lugar às trevas,

                         onde se movem os interesses mais sujos

 

                     -- O amor de Deus oferecido aos homens é desprezado e trocado pelo amor ao

                        dinheiro, que até é a raiz de todos os males

 

                     Deste Natal hipócrita, fictício e mentiroso, criado à imagem e semelhança dos homens, em pecado, nada ficou, e ainda bem, porque, lá no fundo, não servia nem a Deus, nem aos homens, mas apenas ao seu criador -- Satanás.

 

                       Precisamos de voltar a celebrar o Natal de Cristo que:

  • é o Natal do amor e gratidão a Deus pela parte dos homens
  • é o Natal do convívio, do amor e da paz entre os homens
  • é o Natal que é todos os dias, pois esta deve ser a maneira diária do homem viver

 

 

publicado por archote às 08:35

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